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CESP ESTÁ NA PRIMEIRA LISTA DO ÍNDICE CARBONO EFICIENTE DA BOVESPA

09/12/2010
Fonte: Imprensa CESP

A Companhia Energética de São Paulo (CESP) é uma das 42 empresas que compõem a primeira lista do Índice Carbono Eficiente (ICO2), lançado pela BM&FBovespa e pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), dia 2 de dezembro.

Com o lançamento do índice, a BM&FBovespa e o BNDES pretendem monitorar o retorno das ações de acordo com o grau de eficiência da contabilização de emissão de gases de efeito estufa (GEE) das empresas. A expectativa é que as empresas se sintam incentivadas a mensurar, divulgar e gerir suas emissões, ampliando a transparência aos acionistas, ao mercado e à sociedade.

Compromisso com mudanças climáticas

A CESP tem se preparado para uma economia de baixo carbono e está adotando práticas transparentes em relação às suas emissões de GEE. Em 2007, a Companhia implantou o Programa de Mudanças Climáticas e Sequestro de Carbono e, além de contabilizar e divulgar as suas emissões em um inventário produzido anualmente, se comprometeu a reduzi–las de acordo com o Plano de Redução de Emissões.

Como a Companhia não emite gases de efeito estufa em seu principal negócio, que é a geração de energia, e sim, nas atividades auxiliares, o foco tem sido a mudança de atitude e a conscientização dos empregados. A substituição de combustíveis fósseis por álcool na frota de veículos e a redução do consumo de energia comprada de distribuidoras, que pode conter energia térmica, são algumas das medidas adotadas.

Os primeiros resultados já apareceram. Em 2009, a CESP registrou redução de 39% no consumo de combustíveis fósseis e de 5,4% no consumo de energia elétrica.

O Plano de Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa e Inventário de Gases de Efeito Estufa da CESP estão disponíveis no site da Empresa, www.cesp.com.br, em Meio Ambiente e, depois, Programa de Mudanças Climáticas

Como funciona o ICO2

Segundo informações da BM&FBovespa, o novo índice mede o retorno de uma carteira teórica constituída por ações de empresas do IBrX–50 (composto pelas 50 ações mais negociadas na Bolsa) que aderiram à iniciativa. O indicador é ponderado pelo free float (quantidade de ações que a Empresa deixa disponível no mercado) e pelo coeficiente de emissões de gases de efeito estufa (GEE) das empresas.

A carteira será revista quadrimestralmente com base no free float das empresas, e, anualmente – no mês de setembro – com base no coeficiente de emissão. Em breve, deve ser criado um fundo de investimentos do índíce para dar mais liquidez às ações das Empresas que compõe o ICO2.



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